Estava lendo uma matéria no site do Oba Gastronomia sobre tomates. Ao final da matéria tem uma receita tipica de molho de tomates, então me lembrei da receita de molho de tomate funcional que fizemos na aula de Gastronomia Hospitalar com a Prof Carina Biancardi. Vou postar um trecho da matéria do Oba e abaixo a receita do molho de tomates funcional, com fotos do Peito de frango a parmegiana eo canelone de espinafre ao sugo aromático feito com o molho de tomate. É uma delícia, preciso tirar o capricho e fazer novamente esta receita aqui em casa.
A Elisa colega de Pós adaptou a receita e a transformou em catchup funcional acrescentando mais cebola, pimenta dedo de moça, alho e batendo tudo no liquidificador e cozinhando junto na receita. Diz ela que os filhos adoraram e que agora ela libera o catchup na casa dela. Fica a dica não testei mas ainda vou fazer para saber se fica bom.
Tomate: o alimento mais rico em licopeno ou
Tomate: e o licopeno, como vai?
O tomate era cultivado pelos Astecas do México e Incas do Peru e foi introduzido na Europa, pelos espanhóis, que o trouxeram do México.
Em pouco tempo o tomate se tornou popular na Itália, na África do Norte e no Ocidente médio, através de escravos espanhóis. Em meados do sec. XVI, o tomate chegou ao norte da Europa, mas o arbusto era meramente decorativo, pois achavam que era venenoso.
É provável que o tomate introduzido na Europa fosse amarelo, pois os italianos o chamavam de pomo d?oro (maçã de ouro), os ingleses o chamavam de tomate alterando mais tarde para tomato, mas o termo loveapple (maçã do amor) também pegou.
Permaneceu por muito tempo sendo cultivado com intuito ornamental, apenas em meados de 1500 ele
começou a ser utilizado na culinária, mais fortemente na Itália no século seguinte e largamente utilizado na Europa a partir do séc.XX.
Existem mais de 300 variedades de tomate, com isso, a composição também varia. De modo geral o tomate é rico em vitamina C, vitamina A, potássio e carotenóides, entre outros nutrientes. Mas é desse último que queremos comentar.
Dos carotenóides existentes no tomate, o licopeno, que é justamente o que dá a coloração, é o que mais tem chamado a atenção. O licopeno não é sintetizado pelo corpo humano e tem propriedade antiradicais livres. A produção excessiva de radicais livres pode conduzir a diversas formas de dano celular.
A quantidade de licopeno disponível no fruto varia conforme a variedade e também pode aumentar com o aquecimento, ou seja, os molhos de tomate têm mais licopeno do que o fruto cru, tanto pela temperatura como pelo uso de frutos mais maduros. Além disso, o azeite de oliva ainda aumenta mais a biodisponibilidade do licopeno.
Com esse papel antioxidante, ele se torna protetor à carcinogênese e também doenças cardiovasculares.
Apesar de tantos benefícios, por outro lado temos que verificar a origem e qualidade do fruto em função do uso indiscriminado de agrotóxicos e o tomate é uma das culturas mais contaminadas ( Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA).
Fonte: Oba Gastronomia
Recomenda-se então, comprar um produto de origem segura (se puder ser orgânico melhor), mas se não for a dica é lavar bem e descascar quando necessário. Nutricionista Rafaela Gheller Bellei
MOLHO DE TOMATE FUNCIONAL (By Prof Carina Biancardi)
2 colheres de sopa de óleo
4 cebolas picadas
4 cenouras médias
2 beterrabas pequenas
Sal, temperos (orégano, salsa, manjericão, louro, etc) e pimenta à gosto
Ponha cozinhar a cebola, a cenoura, a beterraba e o tomate por 30 minutos na pressão ou em um panelão até que amoleçam bem. Bata tudo no liquidificador até ficar cremoso. Volte para a panela e acrescente o sal, óleo e os outros temperos à gosto. Deixe cozinhar até dar ponto de massa de tomate. Se quiser, pode congelar em copos descartáveis ou potes plásticos por até 3 meses.
Filé de frango a parmegiana (gastronomia hospitalar)
Canelone de espinafre ao sugo aromático (gastronomia hospitalar)



